"A sua Empresa em suas mãos"








segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

As manchetes desta segunda

 


- Globo: Guerreiros campeões

- Folha: Principais estradas de SP cobram pedágio a mais

- Estadão: Dilma diz que apoio ao Irã na ONU foi um erro

- JB: Flu faz o Brasil tricolor

- Correio: Dengue no DF cresce 2.800%

- Valor: Empresas já têm R$ 237 bi em caixa

- Estado de Minas: Duzentos e cinquenta quilômetros de meto na BR-040

- Jornal do Commercio: Álcool, direção e mais uma morte

- Zero Hora: Terminal 2 alivia mas Salgado Filho ainda opera acima do limite

Fonte: Blog do Josias de Souza

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Quem quer dinheiro ?


O bilionário mexicano Ricardo Salinas, dono da rede de eletrodoméstico Elektra e do banco Azteca, fez uma oferta para comprar a rede de Lojas do Baú.

Banco Central reduz dinheiro do mercado por causa da inflação

Foram anunciadas pelo governo federal, várias medidas que tem a intenção de reduzir a liquidez do mercado, retirando dinheiro da economia.
O aumento da inflação já é percebido em alguns setores, principalmente pelo aumento do consumo e a aceleração da economia.
Entre tais medidas estão o aumento do compulsório para os Bancos, retirando R$ 61 bilhões da economia, restrição para empréstimos de longo prazo para pessoas físicas e retirada da ajuda do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para bancos de menor porte, lembrando que foi o mesmo FGC quem socorreu o Banco Panamericano, do apresentador Silvio Santos.
Segundo o presidente do Banco Central Henrique Meireles, essas medidas além de reduzirem a liquidez do mercado, inibem a formação de bolhas e tenta conter a inflação.
Hoje a taxa básica de juros está em 10,75 % ao ano e existe a expectativa de aumento dessa taxa na reunião do Copom – Comitê de Política Monetária, na semana que vem ou em janeiro.

As manchetes desta sexta


- Globo: Exército quer ficar menos no Alemão por temer corrupção

- Folha: Exército terá poder de polícia em favela do RJ

- Estadão: Lula propõe pré-sal com novo rateio de royalties

- JB: Tomada do Alemão já anima o comércio

- Correio: Caos na saúde leva Agnelo a pedir ajuda

- Valor: Tesouro cortará os subsídios de juros ao BNDES

- Estado de Minas: O Haiti é aqui

- Zero Hora: Descoberta nova forma de vida

Fonte: Blog do Josias de Souza

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Marketing Pessoal – Desenvolvendo Habilidades

O marketing pessoal é necessário ??? Se sou competente, ambicioso e trabalhador, não posso subir na vida sem nenhum esforço de marketing pessoal ???
A resposta à última pergunta é “não”. A concorrência em todos os estágios da vida é muito feroz, seja para conseguir vaga em uma boa faculdade, arrumar o primeiro emprego, conhecer o (a) parceiro (a) ideal e assim por diante.
O ambiente profissional é incerto e competitivo, modificando-se constantemente. Ele é dominado por chefes e gerentes que nem sempre compreendem seus subordinados ou reconhecem sua capacidade e as idéias que tem a oferecer à empresa.
Com tudo isso, é necessário manter uma vantagem competitiva sobre os demais e o marketing pessoal é uma parte essencial desse processo. Vender ou expor sua carreira ao mercado de trabalho é um processo contínuo, constante e devemos estar sempre atentos.
O desenvolvimento das habilidades interpessoais é ancora para o avanço da carreira, e a exposição profissional é, para muita gente, a passagem mais rápida para o topo e sinônimo de sucesso.
Quem comanda sua carreira ??? Seu chefe, seus pais, sua mulher ou se marido, os colegas ??? Na realidade, só você deve ter o controle da própria carreira, não delegando ela a ninguém mais.
É comum as pessoas dizerem que um chefe retrógrado e ultrapassado lhes impediu o progresso, ou que “nunca foram boas” para estabelecerem contato e fazer “network”. Tais queixas transferem para outras pessoas ou atribuem a traços genéticos e congênitos a responsabilidade por não alcançar projeção e sucesso profissional.
Sem dúvida você pode ser vítima de uma empresa ruim ou de um chefe despreparado e, no curto prazo, certas circunstâncias podem realmente retardar o impulso de que sua carreira precisa. No longo prazo porém, não há desculpa. Você comanda sua carreira, não é ela que comanda você, e tem que tomar as decisões para uma mudança de rota quando necessário.
Quanto mais cedo você estabelecer metas, comprometer-se e partir para a ação, melhores serão os resultados a longo prazo. Não vale a pena arrepender-se por ter passado os últimos anos preso a um emprego medíocre.
Hoje é o futuro com o qual você sonhava três anos atrás. Aquela época já foi. O seu futuro, daqui a três anos terá que ser preparado pelas ações que você iniciar agora.
Infelizmente pensamos em recompensa imediata, planejar e pensar a longo prazo, os sacrifícios e a paciência são coisas raras, pois fomos programados mentalmente para termos tudo e fazermos tudo agora.
Os profissionais de sucesso sabem que para se ter uma carreira sólida leva-se muitos anos, e que é preciso contrabalancear atividades de curto e de longo prazo para definir o que deve ser feito hoje e o que apoiará as decisões de amanhã.
Não podemos cair na armadilha e nos acomodar diante das dificuldades da vida, devemos nos ajustar às dificuldades e tentar melhorar. Quando o indivíduo está na “zona de conforto” ele se recusa a mudar.
Se você não definir metas, nem se empenhar em alcançá-las, ninguém fará isso por você, talvez até consiga algum sucesso, mas a possibilidade de falhar é grande. Se ficarmos sempre do lado seguro, evitarmos todos os riscos, deixarmos de percorrer aquele quilômetro a mais e aceitarmos as circunstâncias da vida, estaremos selando o nosso destino.
Quanto mais tempo permanecermos presos a esse padrão, mais dificuldades teremos para nos libertarmos dele. A porta de saída é a ação.
Ação – Vendendo a própria Carreira
Podemos perceber que geralmente os indivíduos de maior sucesso são “marqueteiros natos”, mas isso não é regra.
Os políticos eleitos, o executivo no mais alto posto da organização e todos os indivíduos respeitados pela sociedade são pessoas que dominam a técnica de servir de maneira eficiente e visível ao seu público-alvo, seja ele a Diretoria de uma empresa, pessoas de seu convívio na sociedade ou outro qualquer.
Mas mesmo que você não seja formado em administração e marketing, nem tenha lido uma linha sequer sobre o assunto, você também pode se tornar um eficiente vendedor de sua carreira. A implementação de estratégias não exige conhecimentos específicos de marketing nem aptidão especial. O que é necessário é a capacidade de produzir uma definição de si próprio, de estabelecer metas e empenhar-se em alcançá-las.
O segredo é simplesmente desenvolver as habilidades que farão de você um profissional de classe, e então, divulgar tais habilidades para conquistar o espaço e o sucesso planejado.
Abordaremos como fazer um plano de Marketing Pessoal, estabelecendo metas, utilizando indicadores para não perder-se o foco, organizando e controlando o tempo, a preocupação com a imagem do profissional e a necessidade de se ter um Mentor para a carreira.
Um grande abraço e sucesso a todos.

Mudando a Estratégia

Quero iniciar esse artigo contando uma pequena história, do Cego e do Publicitário:

Havia um cego sentado numa calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira escrito com giz branco:
“POR FAVOR, AJUDE-ME, SOU CEGO.”
Um publicitário, da área de criação, que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedas em seu boné. Sem pedir licença, pegou a placa, virou-a, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora.
Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmolas. Seu boné, agora, estava cheio de notas e moedas.
O cego reconheceu as pisadas do publicitário, que havia parado a sua frente, e lhe perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz, sobretudo, querendo saber o que ele havia escrito.
O publicitário respondeu:
            - “Não escrevi nada que não esteja de acordo com o seu anúncio anterior, mas com outras palavras”. E sorrindo continuou o seu caminho.
O cego não soube o que estava escrito, mas sua nova placa dizia:
“HOJE É PRIMAVERA EM PARIS, E EU... NÃO POSSO VÊ-LA!”
Em alguns momentos da vida, quando nada nos acontece, é bom mudarmos de estratégia... “jogando a rede do outro lado” !

Nas empresas isso é mais comum do que imaginamos. Sem saber como nem porque, parece que inexplicavelmente de uma hora para outra, as vendas entram em declínio ou os produtos param na prateleira, a inadimplência dos clientes aumenta, a qualidade dos produtos cai, aumentando as devoluções, os funcionários ficam mais rebeldes e por último há falta de dinheiro no caixa, que é a conseqüência dos problemas acima citados. É o “Inferno de Dante” para a empresa.
Com o mercado cada vez mais competitivo as empresas precisam inovar, e o Marketing é o responsável por essas inovações e mudanças de posicionamento, pois transformações profundas aconteceram e acontecem sempre na esfera do comportamento do cliente, com ele ganhando ainda mais força, através de diversas opções de marcas e enorme poder de decisão ao adquirir nossos produtos e serviços.
Tudo isso levou as empresas a se reorganizarem, algumas até mesmo a repensarem seu modelo de gestão. O fato é que agora é preciso estar mais antenado ao mercado, naquilo que acontece no segmento de cada empresa e na cadeia de valor. É preciso praticar uma administração moderna, atenta às necessidades e expectativas do cliente, seguindo as premissas do Marketing.
É necessária uma análise minuciosa da situação, verificando as Ameaças (que a empresa está sofrendo) e as Oportunidades (que possam estar surgindo), com a finalidade de minimizar as Ameaças e maximizar as Oportunidades considerando o público alvo envolvido e suas necessidades e desejos.
Dentro dessa ótica, podemos dizer que o papel do Marketing nas empresas é de “Conciliar, de maneira satisfatória para ambas as partes, as necessidades do Cliente com os objetivos e realidades da Empresa”.

Medidas para melhorar a inteligência de marketing:

ü  Ouvir a voz do Cliente
ü  Conhecer melhor a Concorrência
ü  Ouvir o Mercado (concorrentes, consumidores, distribuidores, funcionários)
ü  Usar várias fontes de dados (caçar informações)
ü  Fazer Pesquisas de Mercado
ü  Analisar o Macro ambiente (Economia, leis e política, demografia, etc.)

A partir disso a empresa consegue montar uma nova Estratégia ou mesmo corrigir a existente, baseada em números e informações mais seguras e aplicá-las com segurança.
O erro mais comum nessas situações é a empresa ao invés de reconhecer o seu porte, a sua atuação no mercado e suas possibilidades, se comparar às mega-corporações ou empresas maiores que ela, com suas vendas, faturamento, performance, comunicação, etc., e com isso esquecem do seu negócio, perdendo o foco. Por isso é preciso entender que os grandes podem servir como referência, como estímulo, mas não como parâmetros do nosso negócio ou da melhor forma de satisfazer os clientes.
Importante lembrar que o Marketing está ao alcance de todas as empresas, independente de porte, segmento, atividade ou número de colaboradores.
O Marketing nasceu para todos, grandes, médios e pequenos, pensem nisso. Falaremos mais sobre Marketing Estratégico em outros artigos.

Um abraço e sucesso a todos.

As manchetes desta quarta


- Globo: Tráfico usou serviços públicos para sair com armas do Alemão

- Folha: Polícia investiga desvios de drogas e facilitação de fugas

- Estadão: Exército pode ficar no Rio até a Copa e atuar em outras capitais

- JB: Tranquilidade no Alemão e medo na Baixada

- Correio: Previdência do servidor vira desafio para Dilma

- Valor: Comissão cobiça receita incerta de R$ 27 bi do pré-sal

- Estado de Minas: Armas, drogas, mas...cadê os bandidos?

- Jornal do Commercio: Crescem os golpes ao consumidor

- Zero Hora: Vazamento WikiLeaks - Visão do Itamaraty sobre EUA constrange Planalto

Fonte: Blog do Josias de Souza